A sonoridade, exímia, de retro-soul de Marta Ren transporta-nos, logo no arranque, para todo um universo da soul americana que torna o abrir desta nota em inglês em algo inevitável. São 12 composições (+ um soberbo extra) onde a groove é senhora de todo um trabalho que pede para se parar, olhar e ouvir, onde a voz de Marta é rainha de um estilo que derrete, que nos faz aquecer ao ritmo da soul genuína que vive na sua alma.
Não. Marta não é novata nestas lides da música. Há mais de 15 anos que percorre as pautas da música, primeiro com os Sloppy Joe e depois nos Bombazines onde consolidou o seu exquisite talento para a old-school – (de novo, fugimos para a língua inglesa). E porquê velha-guarda? Porque o que aqui ouvimos é, indubitavelmente, um álbum irrepreensível da mais clássica soul, levando a crítica internacional especializada a ficar rendida, tal como por estas bandas Mutante(s), à voz, música e imagem de Marta Ren no seu ansiado álbum de estreia, “>Stop >Look >Listen”: “a welcome addition to the upper echelon of the retro funk scene” Wax Poetics Magazine USA; “Porto’s princess Marta Ren & The Groovelvets slams down her letter of intent with this brash, bristlin...
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